Carteiros dão dicas sobre ataques caninos no Dia Nacional dos Animais

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13/03/2019

Alguns profissionais cultivam relação de amizade com cães, mas cuidam da segurança

Com informações Correios

Foto: Divulgação

Nesta quinta-feira, 14 de março, é comemorado o Dia Nacional dos Animais no Brasil, uma ótima data para conscientizar a sociedade sobre atitudes de respeito e preservação em relação aos animais domésticos e de todas as espécies.

Na contramão do velho clichê de inimizade entre cãs e carteiros, hoje notam-se profissionais dos Correios que cultivam uma bela relação de amizade com os animais. Contudo, para cumprir a missão de entregar as correspondências, eles precisam desempenhar a atividade com segurança e qualidade, para garantir tanto sua integridade física quanto a dos objetos postais.

De modo particular, a população pode colaborar adotando ações de responsabilidade com os cães. “A melhor medida que os moradores podem tomar em relação ao ataque dos animais aos carteiros é não deixá-los soltos na rua. Principalmente se o cachorro já tem um temperamento forte”, afirma o carteiro de Guaratinguetá, Angelo Cristiano da Silva, de 32 anos.

Há cinco anos trabalhando nos Correios, ele é conhecido como “carteiro amigo os animais” e ficou famoso nas redes sociais por tirar selfies com os cachorros e gravar vídeos demonstrando todo seu amor e carinho pelos bichinhos. “Minha mensagem nesta data é que as pessoas amem mais os animais. Os animais só promovem o bem para a gente”, destaca o carteiro.

Conscientização

Além de não permitir que os cães fiquem soltos nas ruas, os Correios orientam a adoção de outras medidas simples que podem reduzir a tendência de acidentes: instalar a caixa de correspondências fora do alcance do cachorro e acessível ao carteiro: usar guias e coleiras quando for passear com o cachorro, corrigir possíveis aberturas na grade ou portão e mantê-lo sempre fechado, conferir se a altura do muro é suficiente para que o cão não consiga pular e colocar um aviso na casa do tipo “cuidado com o cão”.

Em casos de animais que moram nas ruas e ficam soltos em vias públicas, quando couber e caso seja possível, deve-se acionar órgãos municipais ou organizações competentes.

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