Curiosidades sobre o gato ragdoll

Um felino gigante, mas que se sente um verdadeiro cãozinho que mia. Parece uma definição um pouco estranha para um gato ragdoll à primeira vista, mas  quando conhecemos as curiosidades dessa raça relativamente nova, percebemos que o que parece estranho não é tão esquisito assim.

O ragdoll é um gato grande, muito grande. Alguns chegam a pesar até nove quilos, sendo assim considerado um dos maiores felinos domésticos que conhecemos.

Curiosidades sobre o gato ragdoll

Curiosidades sobre o gato ragdoll

Sua origem é cercada de mistérios, alguns até bem engraçados. Algumas pessoas dizem, por exemplo, que o ragdoll surgiu quando uma gata “comum” sofreu um acidente e passou a ter filhotes de ragdoll enormes.

Outros afirmam que tudo não passou de uma grande experiência genética e de cruzamentos infinitos que resultaram no nascimento desse bichano tão charmoso.

Mas, o que importa de verdade é que o gato ragdoll é um felino muito peculiar, e vamos explicar porque.

Assuntos que serão tratados nesse post!:

Curiosidades do Ragdoll

O Ragdoll é muito diferente dos outros gatos. Se fosse possível a ele escolher entre caçar  e explorar o mundo ou passar horas dormindo, agarrado a seu humano favorito, adivinha qual das duas alternativas ele escolheria?

Exatamente, a segunda alternativa. O gato ragdoll é tão apaixonado por seus humanos que algumas pessoas comparam eles aos cães, tamanha é essa ligação que possuem com seus papais e mamães.

Aliás, o nome da raça (boneca de pano, em inglês), traz essa curiosidade da raça. Quando seu humano favorito pega um ragdoll no colo, ele relaxa tanto que você pode jogá-lo de um lado para o outro, que ele não irá reagir com unhas à mostra, como se esperaria de um gato “normal”.

Curiosidades sobre o gato ragdoll

Mas isso não significa que o gato ragdoll seja ingênuo. Ao contrário. O Ragdoll é muito inteligente e esperto, mas tão tranquilo que não sobreviveria por muito tempo caso tivesse de viver ao ar livre.

Isso mesmo. Pode parecer estranho, mas o gato ragdoll foi feito para viver dentro de casa ou de outros ambientes fechados, como um jardim, por exemplo, porque é muito dócil, o que o deixa completamente indefeso quando sai do seu cantinho bem protegido.

Temperamento

Sabe as comparações que citamos, de que alguns consideram essa raça de gato como uma espécie de “cão que mia”? Pois bem, nada daquilo era um exagero. O Ragdoll, além de dócil, é muito ligado ao seu humano.

Do tipo que precisa estar fisicamente próximo a ele, deitado no colo mesmo, como um cachorro de companhia normalmente faz com o membro da família que mais ama.

Aliás, esse felino costuma se entender muito bem com os cães, transformando-os até mesmo em seus amigos. O mesmo podemos dizer para as crianças. Os pequenos, aliás, poderão realizar o grande sonho de um animalzinho dessa espécie: ser sempre carregado para todos os lugares e passar horas em seu lugar preferido: o colo de alguém.

Assim como todos os gatos, no entanto, o Ragdoll precisa escolher o seu humano , mas quando essa escolha acontece, a amizade é para sempre.

Nada, absolutamente nada, separa esses dois. Tanto que, se os pais se mudarem, o ragdoll vai feliz para o novo lar. Afinal, seus humanos tão queridos estarão ao seu lado, mesmo que em outro ambiente.

Adestramento e exercícios

Ao contrário do que algumas pessoas possam imaginar, treinar um filhote de ragdoll não é exatamente uma tarefa das mais complicadas.

Por ter um temperamento assim tão “da paz”, o gatinho responde muito bem ao adestramento, e se tornará em pouco tempo um felino obediente, mas que estará em todos os lugares em que o papai estiver.

Agora, se o gato ragdoll ama seus humanos, o mesmo não pode ser dito de exercícios físicos. Sim, esse felino tão simpático prefere, facilmente, passar suas tardes dormindo sossegado a praticar algum tipo de “esporte”.

Por isso, cabe aos humanos exercitar esse pequeno preguiçoso. Aproveite que a ligação entre vocês dois é muito forte e monte jogos para que ele possa se mexer um pouco.

Aproveite a inteligência do ragdoll e o desafie a resolver pequenos enigmas. Assim, quem sabe, você o convencerá que se exercitar um pouco não é tão ruim assim.

FONTE: PETLOVE

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