O comportamento do cachorro idoso

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Todos conhecem a forma clássica de se calcular a idade do cachorro, que é feita considerando um ano do bichinho como se fossem sete de vida de uma pessoa, mas essa forma de calcular a idade do seu peludo não é a mais precisa. O porte do cachorro e a raça influenciam no seu envelhecimento. Cachorros menores ( como o Pug, Lhasa, Shih tzu ) vivem mais tempo que os de raças grandes ( como Golden retriever, Border Collie, Rottweiler ), porém amadurecem mais rápido nos primeiros anos de vida. Um cão grande pode amadurecer mais lentamente no início, mas já ser considerado idoso aos cinco anos de idade.

É importante prestar atenção no comportamento do cachorro também, pois ele muda com o amadurecimento e as necessidades de cada fase de vida.

O cachorro idoso é mais frágil e tem menos energia, por isso a diminuição das atividades e a preguiça, além de serem normais na velhice, são os primeiros sinais perceptíveis que indicam a aposentadoria do seu peludo.

O comportamento do cachorro idoso

Características do cachorro idoso

Cada cachorro, assim como cada ser humano, tem características fisiológicas únicas. Mas existem problemas comuns que afetam todos os cachorros na aposentadoria.

É muito comum o cachorro idoso ficar mais ansioso quando o seu dono sai de casa, devido à perda da visão e da audição que fazem com que o cachorro se assuste facilmente.

Outro problema são as dores, causadas pela artrose, que fazem com que o cachorro não consiga sair (caminhar) de uma situação desagradável, o tornando agressivo e estressado. É recomendado que o cachorro idoso não seja colocado em situações desconfortáveis e que causem medo, para que ele não se exalte e machuque alguém que ele ama.

Desde filhote, o seu cachorro aprendeu a fazer as necessidades no lugar certo. Mas, com a chegada da velhice, o cachorro pode desenvolver algumas doenças (como diabetes mellitus, doenças renais, doenças prostáticas, síndrome de má absorção, colites, etc) que aumentam a frequência de fazer xixi e coco, fazendo com que o peludo fique com insônia e inquieto durante a noite, e podendo causar acidentes dentro de casa e presentinhos no tapete.

Os cachorros, desde pequenos, se assustam e tem medo de barulhos altos, por isso é preciso deixar o seu pet confortável e calmo – aqui tem dicas sobre como deixar seu pet seguro quando ele tem medo de barulho. O cachorro idoso também tem medo de ruídos, mesmo que ocorra a perda da audição. O fato de perder a facilidade de mobilidade, ansiedade e perda das funções cognitivas são fatores que agravam o medo de barulhos.

É importante a identificação do barulho que o seu pet tem medo para poder ao máximo evitar que ele sofra, podendo ser ministrado medicamentos para relaxamento com a supervisão de um médico veterinário.

Não se esqueça de regularmente levar o seu cachorro, desde filhote, ao médico veterinário para saber como anda a saúde do seu peludo. Muitas vezes a mudança de comportamento do cachorro idoso se deve a condições médicas que com o diagnóstico certo e o tratamento recomendado podem aumentar o tempo e a qualidade de vida do seu cachorro idoso.

O comportamento do cachorro idoso

FONTE: PETLOVE

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