O pássaro Agapornis

Com um comprimento de 13 a 17 centímetros, Longevidade de 10 a 15 anos, peso de 47 a 52 gramas, incubação de 14 dias, postura de 4 a 7 ovos e maturidade 8 meses, seus encantos em seu temperamento e aparência os fazem ser verdadeiros pássaros de estimação.

Uma das aves mais populares no mundo todo devido a facilidade de criação em  um cativeiro. Com seu carácter muito dócil, amam subir em nossos ombros e dormir em nosso colo. Deslumbram-nos com uma enorme diversidade de cores e 43 mutações existentes.

Aprenda sobre o pássaro Agapornis neste artigo abaixo e fique a par do assunto.

Saiba tudo sobre o pássaro Agapornis

O pássaro Agapornis

A espécie Agapornis canus vive na Ilha de Madagascar e vários outros ao redor. Habitam o continente Africano. Descobertos no ano de 1793 e transferidos à Europa nos anos 1860, sendo de sua cor selvagem verde. Graças aos criadores, hoje, existem muitas colorações, tais como rosto laranja, branca,amarela, vermelha, e corpo malva, canela, azul-pastel, violeta, arlequim (pintas aleatórias), amarelo, branco, verde-dourado e várias outras.

Pássaro pequeno, Atingindo por volta de 15 centímetros (varia de espécie para espécie). Possui 9 espécies: Agapornis canus, A. taranta, A. pullarius, A. swindernianus, A. roseicollis e as de aro branco ao redor dos olhos – Agapornis fischeri, A. personatus, A. lilianae e A. nigrigenis.

Entre elas, a Roseicollis é a mais comum, que se adaptam melhor em cativeiro e tem mais cores. Originalmente é verde, com a testa e metade do peito em vermelho “degradé”.

O Fischeri, verde com testa e peito laranja avermelhado, é muito procurado também. Suas mutações (10 no tal), são relativamente recentes.

O Pullaria é verde com testa e pescoço vermelho forte com bordas amareladas e, abaixo das asas, cinza (são fêmeas) ou preto (são machos). É o mais sensível e é difícil de se procriar em cativeiro.

Já o Swinderiana, de cor verde intenso, não é criado em cativeiro por só comer um tipo de figo nativo.

O Cana é o menor, de 14 cm e possui apenas uma mutação. A cor selvagem do macho é verde com cinza no pescoço, cabeça e papo e na fêmea tudo é verde com apenas um sombreado preto na cabeça.

O Taranta, originalmente verde-garrafa com máscara e só o macho com testa vermelha, é o maior alcançando 17 cm.

Depois de acasalado, o casal se separa de maneira fácil, permanecendo juntos até suas mortes. Sempre vistos na natureza, voando aos pares dentro do bando. Carinhosos, trocam “beijinhos” e alimentos dentro do bico com seu parceiro. Geralmente comem do chão, cereais, sementes, milho e frutas silvestres.

Mansos até demais, ativos, com energia de sobra e curiosos, são excelentes pets, especialmente quando alimentados na mão desde filhotes. Assobiam para chamarem seu tutor, respondem ao nome e podem aprender vários truques. amam passar horas com brinquedos e fazem mil acrobacias.

Falando de seu alojamento pode ser tanto gaiola como um viveiro. Embora estas aves sejam excelentes voadoras, também adoram fazer acrobacias e de trepar. Por isso, podemos ter numa gaiola mais alta do que propriamente larga. Uma gaiola deve ter pelo menos 60 cm de comprimento para abrigar um casal destas aves, exceto algumas espécies que têm necessidades específicas.

Materiais usados para o alojamento devem ser bem resistentes, pois são um pouco agressivos e destruidores. Eles podem destruir um gradeamento de arame fino em menos de minutos.